Livre de tudo
Quem me dera ser vagabundo,
de qualquer mundo!...
mesmo que só umas calças tivesse,
mas fazer o que fizesse,
tudo que prazer me desse,
fazer bem ou fazer mal
sem me prender a ninguem.
Seguir sempre sozinho
comigo e com o sol
a caminhar sem destino
ver nascer o arrebol.
dormir sobre a grama
sem paredes nem telhados,
comer frutos dos valados.
M as livre !...livre
seguir sempre sem destino
ao som não sei de que hino
livre de todas as querelas
de compromissos etiquetas
qual cigano perdido
a sorrir pelas estradas da vida.
Desprendido.
não pensar na guerra,
nem na pobreza
,só que é bela e para todos a natureza
sentir o vento bater-me ás lufadas
e á noite deixar-me beijar
pelo luar nas estradas.
MARIA LUÍSA MENDONÇA
15 DE JUNHO DE 2012
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O MEU NAVIO À DERIVA
O MEU NAVIO À DERIVA
O meu navio à deriva
ai se eu o pudesse parar,
com certeza à minha vida,
outro rumo havia de dar.
Um rumo calmo , sem brumas,
sem tempestades nem marés,
mesmo em alto mar ,
eu sempre no convés.
Mas a vida é assim
como o mar tem baixos e altos
com mão firme seguro o leme,
para não ter sobressaltos.
´´As vezes perco as forças,
para o leme controlar,
então o meu navio me leva ,
e eu me deixo levar.
Quando o mar está revolto
eu sinto um medo profundo
,mas mais vale andar no mar alto
do que nas bocas do mundo.
MARIA LUISA MENDONÇA 21-10-2011
O meu navio à deriva
ai se eu o pudesse parar,
com certeza à minha vida,
outro rumo havia de dar.
Um rumo calmo , sem brumas,
sem tempestades nem marés,
mesmo em alto mar ,
eu sempre no convés.
Mas a vida é assim
como o mar tem baixos e altos
com mão firme seguro o leme,
para não ter sobressaltos.
´´As vezes perco as forças,
para o leme controlar,
então o meu navio me leva ,
e eu me deixo levar.
Quando o mar está revolto
eu sinto um medo profundo
,mas mais vale andar no mar alto
do que nas bocas do mundo.
MARIA LUISA MENDONÇA 21-10-2011
domingo, 15 de dezembro de 2013
VENHA
VENHA
Venha uma pura magia
que não tenha tristeza
mas sim a alegria do dia.
batem á porta vou abrir.
Sem perguntar quem é
e recebo na minha vida
uma pessoa desconhecida
no lume da nova maré.
E venha um sol que me queima
pois gelado está o meu ser
venha eu faço uma fogueira de lenha
que tenha todo o calor.
De um fogo já passado
para que me possa aquecer
a mim e a quem
está ao meu lado.
MARIA LUÍSA MENDONÇA
ABRIL DE 2013
Venha uma pura magia
que não tenha tristeza
mas sim a alegria do dia.
batem á porta vou abrir.
Sem perguntar quem é
e recebo na minha vida
uma pessoa desconhecida
no lume da nova maré.
E venha um sol que me queima
pois gelado está o meu ser
venha eu faço uma fogueira de lenha
que tenha todo o calor.
De um fogo já passado
para que me possa aquecer
a mim e a quem
está ao meu lado.
MARIA LUÍSA MENDONÇA
ABRIL DE 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
o meu primeiro amor
O MEU PRIMEIRO AMOR
Vi-te pela vez primeira
bem distante de mim
vi-te e gostei.
sem ter a noção do sim.
Arrebataste-me a alma e o olhar.
e eu sem saber que aos poucos ,
já estava a amar.
eu era muito jovem.
tu já ias para militar.
E eu fiquei só sem ter com quem desabafar
a verdade é que não nos podíamos
comunicar e assim passou largo tempo
sem que nos voltasse-mos a falar
Eu já não sorria ,
meu sorriso secúmbiu,
mas quando regressaste
e eu te vi novamente
então a minha alma floriu.
MARIA LUÍSA MENDONÇA 20 DO 1 DE 2011
Vi-te pela vez primeira
bem distante de mim
vi-te e gostei.
sem ter a noção do sim.
Arrebataste-me a alma e o olhar.
e eu sem saber que aos poucos ,
já estava a amar.
eu era muito jovem.
tu já ias para militar.
E eu fiquei só sem ter com quem desabafar
a verdade é que não nos podíamos
comunicar e assim passou largo tempo
sem que nos voltasse-mos a falar
Eu já não sorria ,
meu sorriso secúmbiu,
mas quando regressaste
e eu te vi novamente
então a minha alma floriu.
MARIA LUÍSA MENDONÇA 20 DO 1 DE 2011
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