ALGUÉM
Que viveu
No meu
Seio familiar
E cheguei
A gostar
Alguem
Que comigo
Conviveu
Á minha mesa
Comeu
Na minha
Casa viveu
Alguém
Que me pareceu
Sentia por mim
Amizade
E não era verdade
Porque tudo esqueceu
Alguém
Que nada me deve
A não ser amizade
Que em mim
Foi verdade
Alguém
Esse alguém
Muito me feriu
Porque
Me mentiu
MARIA LUÍSA MENDONÇA
Agosto de2013
domingo, 23 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
MÃOS
MÃOS
Ah, mãos que não moldais o desespero,
Como um cego indeciso,
quero e não quero.
Dou-me a cada instante,
Torço as mãos a cada momento,
Não sei o que fazer ,
As mãos que vos afagaram
Quando delas me servi
Para vos castigar.
Peço-vos que não me julguem
Tudo o que fiz foi por amor,
Por muito vos querer,
E assim neste instável sofrimento
Vivo a cada momento
A pensar no passado.
Sei que não adianta ,
Mas a minha alma chora
Como débil criança .
Tudo o que fiz teve um só propósito
Fazer de vós os homens que hoje são.
maria luísa mendonça
Ah, mãos que não moldais o desespero,
Como um cego indeciso,
quero e não quero.
Dou-me a cada instante,
Torço as mãos a cada momento,
Não sei o que fazer ,
As mãos que vos afagaram
Quando delas me servi
Para vos castigar.
Peço-vos que não me julguem
Tudo o que fiz foi por amor,
Por muito vos querer,
E assim neste instável sofrimento
Vivo a cada momento
A pensar no passado.
Sei que não adianta ,
Mas a minha alma chora
Como débil criança .
Tudo o que fiz teve um só propósito
Fazer de vós os homens que hoje são.
maria luísa mendonça
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